O Brasil prepara-se para
mais uma divisão de estado, desta feita trata-se do estado do Pará que, provavelmente, se
transformará em três estados: Pará, Carajás e Tapajós. Por isto, há uma intensa
discussão sobre a sustentabilidade dos novos Estados da região Norte.
Começo dizendo que há uma
revolta imensa dos paraenses da capital pela tal divisão, estes tem suas
razões, da mesma forma os paraenses do interior também têm as suas. Sou
imensamente a favor dessa divisão e explico! Não há uma qualificada e atenciosa
ação do Estado nas cidades mais afastadas do entorno de Belém, o que se ver, -
e aqui eu digo por experiência própria-, é a falta de médicos, policiais,
enfermeiros, postos de saúde, asfalto, saneamento básico, escolas, etc, etc.
O Estado do Carajás terá
como capital a cidade de Marabá, que possui 233.669 mil habitantes (censo 2010),
com a formação do Estado a população ficaria em 1,5 milhão (Ipea), um PIB estadual de cerca de 20 bilhões de
reais, PIB per capita em torno de R$ 14,000,00,
a economia passaria pelo serviço público, pecuária, mineração, madeira, ouro,
empregos nas empresas privadas de várias regiões do Brasil que já estão se
instalando na região, usinas, carvoarias, além de grandes investimentos dos
empresários locais.
Enfim, há riscos para o
erário público, claro que tem, mas vejamos alguns Estados, por exemplo, Maranhão,
Piauí, Tocantins e Acre são alguns dos já existentes Estados que sempre dão
prejuízos à União, porém, não estou querendo justificar um possível prejuízo do
novo Estado, apenas estou lembrando que apesar de todas as limitações
financeiras que os citados Estados passam, eles ainda sobrevivem e com muita
honra os seus “filhos da terra” tentam levá-lo sempre adiante. Sugiro ainda,
para aqueles que querem se informar é só acessar o endereço http://www.estadodocarajas.com.br/site/
Boa leitura.

Nenhum comentário:
Postar um comentário