O Endereço é nobre, praça dos três poderes da Paraíba, o que se pratica lá dentro, bom... algumas coisas são “surreais”. Esta última palavra não é minha, origina-se de um relatório do Conselho Nacional de Justiça, pois bem, antes de tudo quero me adiantar que os fatos que foram encontras no Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, ocorrem em todo o resto do país lascado-Brasil.
Segundo o Aurélio, o cinismo é: imprudência, descaramento, oposição radical e ativa às regras e convenções socioculturais. Só por estas definições teria o luxo de poupar a minha energia e não escrever mais nada, mas é que a minha indignação é maior, a minha vontade de escrever o que tenho a dizer é maior que um castelo, a realidade em que se vive nesse país e nesse estado é absurda. Não consigo entender como pode um poder que promove a justiça, aquela que deveria ser cega, agir de forma tão violenta e descarada, até parece que eles (os desembargadores) se fecham num gabinete e dizem: “vamos começar a partilha do dinheiro público, pois eles são burros, ignorantes, relapsos, palhaços e otários!”.
Como pode um único desembargador pendurar 17 pessoas dentro de um gabinete? Como pode um departamento médico empregar 80 pessoas que precisam fazer rodízios de dias para trabalhar? Como pode mais de 1000 pessoas serem requisitadas de outros poderes para o castelo? Como pode empresas serem contratadas sem licitações? Como pode o nepotismo se tornar uma atividade comum no seio da justiça? Além de outras causas judicialmente técnicas como a distribuição dos processos. Quando teremos um país justo?
É espantoso o que se ver no TJ-PB, inacreditável o comportamento dos ex-presidentes em não tomarem nenhuma atitude durante seus mandatos, é constrangedor. A impressão que se passa para a sociedade é que lá dentro tudo é válido, desde que não seja correto, tudo pode, tudo tem um jeito mesmo, tudo é festa, tudo é bagunça.
Enfim, que bom agora há um vento forte chamado CNJ, um vento que incomoda até os supremos dos supremos do STF, ahh... como a brisa da moralidade é refrescante, como a água fria faz doer até a alma. Hoje irei dormir tranqüilo, pois expressei o que tinha a dizer sobre o castelo do cinismo chamado Tribunal de Justiça da Paraíba.
Segundo o Aurélio, o cinismo é: imprudência, descaramento, oposição radical e ativa às regras e convenções socioculturais. Só por estas definições teria o luxo de poupar a minha energia e não escrever mais nada, mas é que a minha indignação é maior, a minha vontade de escrever o que tenho a dizer é maior que um castelo, a realidade em que se vive nesse país e nesse estado é absurda. Não consigo entender como pode um poder que promove a justiça, aquela que deveria ser cega, agir de forma tão violenta e descarada, até parece que eles (os desembargadores) se fecham num gabinete e dizem: “vamos começar a partilha do dinheiro público, pois eles são burros, ignorantes, relapsos, palhaços e otários!”.
Como pode um único desembargador pendurar 17 pessoas dentro de um gabinete? Como pode um departamento médico empregar 80 pessoas que precisam fazer rodízios de dias para trabalhar? Como pode mais de 1000 pessoas serem requisitadas de outros poderes para o castelo? Como pode empresas serem contratadas sem licitações? Como pode o nepotismo se tornar uma atividade comum no seio da justiça? Além de outras causas judicialmente técnicas como a distribuição dos processos. Quando teremos um país justo?
É espantoso o que se ver no TJ-PB, inacreditável o comportamento dos ex-presidentes em não tomarem nenhuma atitude durante seus mandatos, é constrangedor. A impressão que se passa para a sociedade é que lá dentro tudo é válido, desde que não seja correto, tudo pode, tudo tem um jeito mesmo, tudo é festa, tudo é bagunça.
Enfim, que bom agora há um vento forte chamado CNJ, um vento que incomoda até os supremos dos supremos do STF, ahh... como a brisa da moralidade é refrescante, como a água fria faz doer até a alma. Hoje irei dormir tranqüilo, pois expressei o que tinha a dizer sobre o castelo do cinismo chamado Tribunal de Justiça da Paraíba.