Pensadores como Jesus Cristo, Charles Chaplin,Aristóteles,Albert Einstein,Leonardo da Vinci,Henry Ford e outros, sempre tiveram na vida a matéria prima chamada: Pensar! Sua origem vem do latin Pensare e passa pelo clássico cogitare. Na prática podemos definir como um ato de profunda reflexão. Convido aos nossos pensantes a partir de agora pensar em nossas postagens neste singelo blog sobre politica, ecologia, educação, direito e esportes.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
NOVO TEMPO!
No domingo encha,preencha,incha,alague,entupa,aumente,abra espaço,reabra, dilate, complete, esbalde, amontoe, abarrote, engrosse, inflame,satisfaça, embriague, regozije de girassol o seu coração!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
ATÉ QUANDO NA POLÍTICA?
Os momentos oportunos se tornam inoportunos a cada 2 anos ou a cada 4 anos, pois não há debates civilizados.
A campanha eleitoral desse ano (2010), tem mostrado as suas várias facetas, infelizmente o que prevalece é o baixo nível dos debates, não sendo valorizado assuntos que verdadeiramente importam para o País e para o Estado. O que estamos a observar é a descarada falta de compromisso com o bem público, as leis sendo teoricamente infringidas, desrespeitadas e consideradas apenas um detalhe que pode ser resolvido, por exemplo, por uma troca de favor ente o Executivo e o Legislativo. E aqui, pergunta-se, cadê o Judiciário? - Eles respondem - tem que ser provocado! Como se não bastasse os fatos por si só serem as tais provocações.
O baixo nível das ideias afasta cada vez mais aqueles que já não são muito de ouvir as propostas. Assuntos como religião misturado com política tem como efeito o nivelamento por baixo, evidencia falta de propostas, conteúdos, políticas sérias, civilidade e respeito. Se não bastasse isto, a alienação entra em cena, provocando as mais justificativas contundentes daqueles que nem um (apenas 01) livro por ano ler.
O oportunismo de resgatar propostas que serão barradas no primeiro dia seguinte a posse mostra a mentira deslavada e horrível que se aborda. Causa náuseas aos cidadãos sérios e realistas que percebem tamanha palhaçada vindas de alguns candidatos, num ato de desespero para chegar ao poder, não importando os meios.
É preciso resgatar novas ideias, novos posicionamentos, oferecer novas oportunidades, visualizar um futuro mais sólido, com esperança e verdade. Estamos todos envolvidos com o futuro, pois este depende do agora.
A campanha eleitoral desse ano (2010), tem mostrado as suas várias facetas, infelizmente o que prevalece é o baixo nível dos debates, não sendo valorizado assuntos que verdadeiramente importam para o País e para o Estado. O que estamos a observar é a descarada falta de compromisso com o bem público, as leis sendo teoricamente infringidas, desrespeitadas e consideradas apenas um detalhe que pode ser resolvido, por exemplo, por uma troca de favor ente o Executivo e o Legislativo. E aqui, pergunta-se, cadê o Judiciário? - Eles respondem - tem que ser provocado! Como se não bastasse os fatos por si só serem as tais provocações.
O baixo nível das ideias afasta cada vez mais aqueles que já não são muito de ouvir as propostas. Assuntos como religião misturado com política tem como efeito o nivelamento por baixo, evidencia falta de propostas, conteúdos, políticas sérias, civilidade e respeito. Se não bastasse isto, a alienação entra em cena, provocando as mais justificativas contundentes daqueles que nem um (apenas 01) livro por ano ler.
O oportunismo de resgatar propostas que serão barradas no primeiro dia seguinte a posse mostra a mentira deslavada e horrível que se aborda. Causa náuseas aos cidadãos sérios e realistas que percebem tamanha palhaçada vindas de alguns candidatos, num ato de desespero para chegar ao poder, não importando os meios.
É preciso resgatar novas ideias, novos posicionamentos, oferecer novas oportunidades, visualizar um futuro mais sólido, com esperança e verdade. Estamos todos envolvidos com o futuro, pois este depende do agora.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Estamos retornando!
Depois de um tempinho parado, esse singelo blog estará na ativa novamente, para começar reproduzo uma frase para reflexão:
"O homem é naturalmente um animal politico"
Aristóteles
Então explica-se a campanha politica, certo? Veremos!!!
"O homem é naturalmente um animal politico"
Aristóteles
Então explica-se a campanha politica, certo? Veremos!!!
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Boletim Estapafúrdio
Para quem encontra-se indeciso para votar nessa campanha, eis um bom candidato: http://www.youtube.com/watch?v=HK4p35wYgXI
Tenha certeza que suas dúvidas serão resolvidas!!!
Tenha certeza que suas dúvidas serão resolvidas!!!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Boletim Estapafúrdio!

Boletim Estapafúrdio!!
Aqui na Paraiba a campanha politica será uma das mais medíocres do país, não há discussões sobre projetos, planos, empregos etc, nada, nada, nada. O que se fala é se houve mais gente na carreata tal ou mais gente na reunião do outro lado. Por isso que o Estado é um dos mais pobres do Brasil. também pudera!!!!
Aqui na Paraiba a campanha politica será uma das mais medíocres do país, não há discussões sobre projetos, planos, empregos etc, nada, nada, nada. O que se fala é se houve mais gente na carreata tal ou mais gente na reunião do outro lado. Por isso que o Estado é um dos mais pobres do Brasil. também pudera!!!!
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Boletim Estapafúrdio Informa!!!

O IBOPE comunica, em Brasília a capital do Brasil e uma das cidades com o melhor índice de desenvolvimento humano (IDH), aponta como favorito para Governador com 38%, nada mais e nada menos que Joaquim Roriz. O pai da corrupção de Brasília, o que iniciou toda a maracutaia de roubo naquele Distrito. Rapaz.... vai entender essas situações que só ocorrem no Brasil. Putzzzzzzzzz.....
Novidade no Blog
Estamos lançando o Boletim Estapafúrdio, este trata-se de rápidos comentários sobre notícias recentes e de grande destaque, é coisa rápida, algo para provocar mesmo!!
terça-feira, 6 de julho de 2010
O INÍCIO
Escrevo neste blog talvez para alimentar o sonho de um escritor adormecido que há em mim; escrevo talvez para expressar a minha indignação com os fatos que ocorre neste país, seja, em que área for; talvez escrevo para alguém que compartilhe juntamente comigo o desejo de ver algo mudado nessa sociedade fajuta, sem escrúpulos e o pior, sem educação; escrevo talvez para concordar com algumas posições defendidas por algum personagem que esteja no centro das atenções nos seus quinze segundos de fama; talvez escrevo para ter esses quinze segundos de fama, ou menos; escrevo talvez para mim mesmo de forma a despertar um cidadão que ainda não esteja consciente do seu papel numa sociedade que precisa de pessoas que falem a verdade, pois há muitos que bonito falam; talvez escrevo para o meu filho quando chegar e por um motivo ou outro esteja passando por problemas de esclarecimento e direção; escrevo talvez para aqueles que tudo irão descordar de mim; talvez escrevo para minha peculiar família; escrevo talvez para os meus velhos e camaradas amigos de infância lá da terra de Francisco Coelho que tanto precisam de informações e orientações; talvez escrevo para o meu velho e bom pai e a minha velha e boa mãe; talvez escrevo para a minha sabia e sincera esposa que sem duvida será minha revisora, para esta sim tenho certeza que escreverei; escrevo talvez quem sabe para a Jully que é a cadela mais esperta que eu conheço; talvez escrevo para os meus personagens ( dedo mindinho e brasileirinhos), por fim, escrevo talvez ou talvez escrevo para as incertezas dos momentos, as necessidades dos fatos, para tapar buracos em água, para ampliar a minha visão, para solucionar problemas circunstanciais, ou talvez só escrevo! A única certeza que tenho, é que me inspiro no livro mais lido do mundo, neste sim está a certeza que todos procuram.
domingo, 27 de junho de 2010
Mário de Andrade
Moça Linda Bem Tratada
Moça linda bem tratada,
Três séculos de família,
Burra como uma porta:
Um amor.
Grã-fino do despudor,
Esporte, ignorância e sexo,
Burro como uma porta:
Um coió.
Mulher gordaça, filó,
De ouro por todos os poros
Burra como uma porta:
Paciência...
Plutocrata sem consciência,
Nada porta, terremoto
Que a porta do pobre arromba:
Uma bomba.
Moça linda bem tratada,
Três séculos de família,
Burra como uma porta:
Um amor.
Grã-fino do despudor,
Esporte, ignorância e sexo,
Burro como uma porta:
Um coió.
Mulher gordaça, filó,
De ouro por todos os poros
Burra como uma porta:
Paciência...
Plutocrata sem consciência,
Nada porta, terremoto
Que a porta do pobre arromba:
Uma bomba.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
PAULO MARABÁ
Provavelmente – eu digo- provavelmente, alguns visitantes desse singelo blog não conheceram um senhor de nome Paulo Marabá.
Seu Paulo, assim que costumávamos chamá-lo devido ao respeito e disciplina que ele deixava transparecer quando da sua presença. Um homem sempre sério, mas que escondia um sorriso moleque por trás do seu ar sisudo, ao passo que possuía um temperamento forte como todos que tem personalidade, e por isso muitos falavam calúnias sobre ele; mas seu Paulo não se deixava derrotar, era um homem de fibra, como acredito que o foi até o último momento.
Todos os moleques daquela rua chamada Bartolomeu Igreja aprenderam a gostar e jogar futebol devido ao modelo de jogador que tínhamos como referência, seu Paulo. Lembro-me muito bem quando vir uma foto num velho jornal da capital com a foto do Paulo Marabá vestido com a camisa da Tuna Luso Brasileira, então grande time da capital Belém- PA. Por essa foto dava para perceber que era um jogador clássico, alto e seguro na sua posição.
Acrob era o seu time de honra, foi aqui que buscávamos ser igual a ele num campo de futebol, a camisa era azul, azul como era a vontade de ganhar que víamos nos seus olhos durante o intervalo do jogo, percebíamos que ele queria o bom desempenho do time, não interessando se ganharíamos ou perderíamos, ele queria que mostrássemos a nossa dignidade, ainda que garotos fôssemos.
Marabá-PA perde uma referência de futebol, de técnico, de dirigente, de gerenciador, de jogador, de amigo, de vizinho, de pai. Um homem que tirou muitos jovens das drogas, do crime, da irresponsabilidade, do abismo, trazendo os para uma alternativa, o esporte. Lembro-me muito bem da primeira vez em que entrei no Estádio de futebol Zinho de Oliveira, estava com um colega de infância, ainda lembro os times em campo: Acrob x Marabá, as luzes dos refletores batiam no gramado verdinho como se fosse um espelho, no banco do lado esquerdo de quem sobe às escadas para a arquibancada estava o técnico da Acrob, em pé com os braços cruzados observando o jogo, um dia inesquecível. Para a vida deixou uma família cheia de orgulho do homem que foi, para nós, ex-jogadores ou atuais, deixa o exemplo de técnica, para os marabaenses ficará a história, para o Estádio Zinho de Oliveira ficará a lenda, Paulo Marabá.
Seu Paulo, assim que costumávamos chamá-lo devido ao respeito e disciplina que ele deixava transparecer quando da sua presença. Um homem sempre sério, mas que escondia um sorriso moleque por trás do seu ar sisudo, ao passo que possuía um temperamento forte como todos que tem personalidade, e por isso muitos falavam calúnias sobre ele; mas seu Paulo não se deixava derrotar, era um homem de fibra, como acredito que o foi até o último momento.
Todos os moleques daquela rua chamada Bartolomeu Igreja aprenderam a gostar e jogar futebol devido ao modelo de jogador que tínhamos como referência, seu Paulo. Lembro-me muito bem quando vir uma foto num velho jornal da capital com a foto do Paulo Marabá vestido com a camisa da Tuna Luso Brasileira, então grande time da capital Belém- PA. Por essa foto dava para perceber que era um jogador clássico, alto e seguro na sua posição.
Acrob era o seu time de honra, foi aqui que buscávamos ser igual a ele num campo de futebol, a camisa era azul, azul como era a vontade de ganhar que víamos nos seus olhos durante o intervalo do jogo, percebíamos que ele queria o bom desempenho do time, não interessando se ganharíamos ou perderíamos, ele queria que mostrássemos a nossa dignidade, ainda que garotos fôssemos.
Marabá-PA perde uma referência de futebol, de técnico, de dirigente, de gerenciador, de jogador, de amigo, de vizinho, de pai. Um homem que tirou muitos jovens das drogas, do crime, da irresponsabilidade, do abismo, trazendo os para uma alternativa, o esporte. Lembro-me muito bem da primeira vez em que entrei no Estádio de futebol Zinho de Oliveira, estava com um colega de infância, ainda lembro os times em campo: Acrob x Marabá, as luzes dos refletores batiam no gramado verdinho como se fosse um espelho, no banco do lado esquerdo de quem sobe às escadas para a arquibancada estava o técnico da Acrob, em pé com os braços cruzados observando o jogo, um dia inesquecível. Para a vida deixou uma família cheia de orgulho do homem que foi, para nós, ex-jogadores ou atuais, deixa o exemplo de técnica, para os marabaenses ficará a história, para o Estádio Zinho de Oliveira ficará a lenda, Paulo Marabá.
sábado, 19 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
SARAMAGO
Morre o autor de entre outros vários livros: Cem anos de solidão; Ensaio sobre a cegueira; Memorial do convento; As intermitências da morte; A viagem do elefante; O conto da ilha desconhecida; Levantado do chão; Ensaio sobre a lucidez; O evangelho segundo Jesus Cristo, este o mais polêmico, na minha modesta opinião.
Não irei me ater em religião ou visão política, ainda que esses dois pontos baseiem a vida de um ser humano, mas procurarei comentar a arte da literatura que José Saramago tão bem pintou. Um homem que veio de uma família analfabeta, cuja mãe era empregada doméstica, o avô que era criador de porcos e talvez o homem de maior influência na vida do escritor. Havia um ar de mistério literário em suas entrevistas, algo que só era desvendado depois de uma boa leitura das suas obras, havia algo de desconcertante em seus raciocínios críticos, era como uma espada afiada e pontiaguda, eis o motivo pelo qual saiu de seu país natal, Portugal.
O lugar onde procurou morar parece um capitulo de um livro, Ilhas Canárias, na verdade mais uma fonte de inspiração do que uma simples moradia, sua esposa, 30 anos mais nova também era sua fonte de ideias. Saramago não residia, ele embelezava o local com seu mistério. Um Homem que quando criança não possuía dinheiro para comprar um livro se quer, mas que sonhava incessantemente em ter o primeiro de milhares livros.
“Não se apresse, mas não perca tempo”, é uma de suas mais conhecidas frases, e foi assim que ele viveu, sem pressa para escrever e sem perder tempo para viver.
José Saramago morreu por volta das 8h (horário de Brasília) desta sexta-feira (18) aos 87 anos, depois de tomar seu café da manhã ao lado de sua esposa. “Ele se despediu de uma forma serena e tranqüila”(sitio da fundação José Saramago).
Não irei me ater em religião ou visão política, ainda que esses dois pontos baseiem a vida de um ser humano, mas procurarei comentar a arte da literatura que José Saramago tão bem pintou. Um homem que veio de uma família analfabeta, cuja mãe era empregada doméstica, o avô que era criador de porcos e talvez o homem de maior influência na vida do escritor. Havia um ar de mistério literário em suas entrevistas, algo que só era desvendado depois de uma boa leitura das suas obras, havia algo de desconcertante em seus raciocínios críticos, era como uma espada afiada e pontiaguda, eis o motivo pelo qual saiu de seu país natal, Portugal.
O lugar onde procurou morar parece um capitulo de um livro, Ilhas Canárias, na verdade mais uma fonte de inspiração do que uma simples moradia, sua esposa, 30 anos mais nova também era sua fonte de ideias. Saramago não residia, ele embelezava o local com seu mistério. Um Homem que quando criança não possuía dinheiro para comprar um livro se quer, mas que sonhava incessantemente em ter o primeiro de milhares livros.
“Não se apresse, mas não perca tempo”, é uma de suas mais conhecidas frases, e foi assim que ele viveu, sem pressa para escrever e sem perder tempo para viver.
José Saramago morreu por volta das 8h (horário de Brasília) desta sexta-feira (18) aos 87 anos, depois de tomar seu café da manhã ao lado de sua esposa. “Ele se despediu de uma forma serena e tranqüila”(sitio da fundação José Saramago).
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
FINALMENTE
Finalmente o ano num país chamado Brasil começará. É conhecido culturalmente entre nós, os brasileiros, que o ano só começa depois do carnaval. Então, caros brasileiros, depois do meio-dia da quarta-feira de cinzas, será o ano novo. Feliz 2010!!!!!
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